Loading...

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Com 14 anos, gênio da matemática diz ter a sociabilidade de uma batata




O galês Cameron Thompson tem 14 anos e está estudando Matemática Aplicada na Open University. Em depoimento à BBC, ele fala sobre as dificuldades que enfrenta por ser um adolescente superdotado. Aos 10 anos, ele participou de um concurso de matemática na internet. "Eu fiz 140 pontos em um teste com pontuação máxima de 140. Quebrei o sistema, acho que me saí bem", conta.
Mas ser um gênio da matemática tornou-se a identidade completa de Cameron e participar da vida escolar e fazer amigos acabaram sendo relegados ao segundo plano. "Tenho a sociabilidade de uma batata falante", ele admite. "A maioria das pessoas da minha idade me despreza. É assim há anos. Estou acostumado a ser ignorado".
As bases do sucesso acadêmico de Cameron foram abaladas pelo fato de que suas notas na Open University vêm caindo. Por conta disso, ele está entrando em pânico. No primeiro ano, suas notas foram altíssimas - 80% da pontuação máxima, algo que apenas 0,5% dos estudantes do curso consegue alcançar. Porém, em um trabalho recente, Cameron obteve apenas 72% da pontuação. Uma ótima nota para a maioria das pessoas, mas não o suficiente para garantir a distinção que ele deseja. "Estou com medo de não passar na Open University", ele diz. "Embora, tecnicamente, eu só devesse estar fazendo o curso daqui a cinco anos".
Recomeço
Embora Cameron consiga achar com facilidade as respostas para os problemas matemáticos, ele tem dificuldade em explicar como chegou a elas, o que diminui suas notas. Ele só poderá continuar o curso na Open University se conseguir melhorar sua pontuação.
Seus pais, Rod e Alison, moram perto de Wrexham, no País de Gales. Eles não têm certeza se a dificuldade do filho em explicar seu raciocínio se deve à sua idade ou ao fato de que recentemente ele foi diagnosticado como portador da Síndrome de Asperger, um tipo de autismo que ocasionalmente alia habilidade mental com problemas de comunicação. "Aparentemente, muitas pessoas com (Síndrome de) Asperger são realmente inteligentes", diz Cameron. "Pessoas como Einstein e Newton, supostamente teriam (Síndrome de) Asperger".
A necessidade de melhorar suas notas no próximo trabalho preocupa Cameron. Mas a luta para se distinguir não é resultado de pressão dos seus pais e, sim, dele próprio. Para complicar a situação, o adolescente está entrando na puberdade. "Minha mão notou que eu tenho um bigodinho", ele explica.
Os Thompson vão mudar de casa e Cameron vai começar a estudar em uma nova escola. A família espera que o recomeço ofereça uma oportunidade ao adolescente de formar uma nova vida social. "Isso me dá uma chance de começar de novo", ele explica. "Eles acham que eu posso melhorar meu status social, em vez de ficar apenas lá embaixo".
"Se eu conseguir chegar ao meio, estarei menos sujeito a ser intimidado, pelo menos não fisicamente." O adolescente espera conseguir fazer amigos. Com isso, ele acha que vai sofrer menos intimidações e agressões físicas.
A dificuldade em fazer amigos está associada à Síndrome de Asperger. A mãe de Cameron disse que o filho não consegue decodificar sinais sociais. "Às vezes ele não tem o menor tato", ela diz. "Ele é uma criança adorável, faz tudo por todo mundo. Ao mesmo tempo, se por um lado às vezes falta a ele um pouco de percepção, por outro, ele é muito sensível".
Escolher a escola certa para Cameron foi de extrema importância, porque seus pais querem que ele desenvolva várias aptidões, não apenas a acadêmica. "Precisamos dar a ele um bom equilíbrio, temos de responder às suas necessidades emocionais e sociais e (permitir que ele) desenvolva uma ampla gama de habilidades", disse seu pai, Rod. A nova escola de Cameron se especializa em educar crianças com vários graus de autismo e sua professora, Enid Moore, está ansiosa para que ele leve seus estudos sociais a sério.
Ela enfatiza que não é suficiente ter diplomas - Cameron precisa aprender a se relacionar com pessoas de sua própria idade e a manter amizades. No primeiro dia de aula ele conheceu Tim, outro adolescente inteligente que também sofre de Síndrome de Asperger. Os dois têm interesses e problemas semelhantes, o que significa que podem dar apoio um ao outro nos momentos de dificuldade. Tim falou à BBC: "É incrível ter um amigo novo porque ele é divertido... e ele também gosta dos mesmos jogos de computador que eu.
Matemática Aplicada
Nesse meio-tempo, Cameron prossegue com seu curso na Open University. Ele quer terminar o curso aos 16 anos. Sua última prova teve um resultado um pouco melhor: 77% da pontuação máxima. Isso significa que ele pode continuar no curso, mas ele não está satisfeito."Eu esperava mais de 80%", ele diz.
O matemático Imre Leader, do Trinity College, em Cambridge, fez uma avaliação da habilidade matemática do adolescente. Ele sugeriu que Cameron diminua o ritmo um pouco e vá estudar matemática nas Universidades de Cambridge ou Oxford quando tiver 18 anos, com estudantes da mesma idade. Ele também recomendou que Cameron participe de cursos de verão com outros estudantes de matemática talentosos, vindos de outras escolas. Cameron diz que ainda pretende concluir o curso na Open University, mas conta que os conselhos do professor Leader lhe deram uma outra opção de vida.
"Ele me ensinou que você precisa ir mais além na matemática, não apenas à superfície, mas lá dentro, nas profundezas. E como ele disse, há outras pessoas como eu, grande habilidade matemática, vidas escolares ruins". Desde que completou 14 anos, Cameron vem se interessando por meninas. Recentemente, ele teve seu primeiro encontro com uma garota, desacompanhado dos pais.
"Comecei a me interessar por meninas há alguns meses", ele conta. "Comecei a gostar delas em vez de sentir repugnância por elas". Com uma nova vida social e munido de um plano para o futuro mais a longo prazo, Cameron parece estar conquistando, aos poucos, uma vida mais equilibrada e feliz.
HTTP://NOTICIAS.TERRA.COM.BR/EDUCACAO/NOTICIAS/0,,OI5459802-EI8266,00-COM+ANOS+GENIO+DA+MATEMATICA+DIZ+TER+A+SOCIABILIDADE+DE+UMA+BATATA.HTML



O galês Cameron Thompson tem 14 anos e está estudando Matemática Aplicada na Open University. Em depoimento à BBC, ele fala sobre as dificuldades que enfrenta por ser um adolescente superdotado. Aos 10 anos, ele participou de um concurso de matemática na internet. "Eu fiz 140 pontos em um teste com pontuação máxima de 140. Quebrei o sistema, acho que me saí bem", conta.
Mas ser um gênio da matemática tornou-se a identidade completa de Cameron e participar da vida escolar e fazer amigos acabaram sendo relegados ao segundo plano. "Tenho a sociabilidade de uma batata falante", ele admite. "A maioria das pessoas da minha idade me despreza. É assim há anos. Estou acostumado a ser ignorado".
As bases do sucesso acadêmico de Cameron foram abaladas pelo fato de que suas notas na Open University vêm caindo. Por conta disso, ele está entrando em pânico. No primeiro ano, suas notas foram altíssimas - 80% da pontuação máxima, algo que apenas 0,5% dos estudantes do curso consegue alcançar. Porém, em um trabalho recente, Cameron obteve apenas 72% da pontuação. Uma ótima nota para a maioria das pessoas, mas não o suficiente para garantir a distinção que ele deseja. "Estou com medo de não passar na Open University", ele diz. "Embora, tecnicamente, eu só devesse estar fazendo o curso daqui a cinco anos".
Recomeço
Embora Cameron consiga achar com facilidade as respostas para os problemas matemáticos, ele tem dificuldade em explicar como chegou a elas, o que diminui suas notas. Ele só poderá continuar o curso na Open University se conseguir melhorar sua pontuação.
Seus pais, Rod e Alison, moram perto de Wrexham, no País de Gales. Eles não têm certeza se a dificuldade do filho em explicar seu raciocínio se deve à sua idade ou ao fato de que recentemente ele foi diagnosticado como portador da Síndrome de Asperger, um tipo de autismo que ocasionalmente alia habilidade mental com problemas de comunicação. "Aparentemente, muitas pessoas com (Síndrome de) Asperger são realmente inteligentes", diz Cameron. "Pessoas como Einstein e Newton, supostamente teriam (Síndrome de) Asperger".
A necessidade de melhorar suas notas no próximo trabalho preocupa Cameron. Mas a luta para se distinguir não é resultado de pressão dos seus pais e, sim, dele próprio. Para complicar a situação, o adolescente está entrando na puberdade. "Minha mão notou que eu tenho um bigodinho", ele explica.
Os Thompson vão mudar de casa e Cameron vai começar a estudar em uma nova escola. A família espera que o recomeço ofereça uma oportunidade ao adolescente de formar uma nova vida social. "Isso me dá uma chance de começar de novo", ele explica. "Eles acham que eu posso melhorar meu status social, em vez de ficar apenas lá embaixo".
"Se eu conseguir chegar ao meio, estarei menos sujeito a ser intimidado, pelo menos não fisicamente." O adolescente espera conseguir fazer amigos. Com isso, ele acha que vai sofrer menos intimidações e agressões físicas.
A dificuldade em fazer amigos está associada à Síndrome de Asperger. A mãe de Cameron disse que o filho não consegue decodificar sinais sociais. "Às vezes ele não tem o menor tato", ela diz. "Ele é uma criança adorável, faz tudo por todo mundo. Ao mesmo tempo, se por um lado às vezes falta a ele um pouco de percepção, por outro, ele é muito sensível".
Escolher a escola certa para Cameron foi de extrema importância, porque seus pais querem que ele desenvolva várias aptidões, não apenas a acadêmica. "Precisamos dar a ele um bom equilíbrio, temos de responder às suas necessidades emocionais e sociais e (permitir que ele) desenvolva uma ampla gama de habilidades", disse seu pai, Rod. A nova escola de Cameron se especializa em educar crianças com vários graus de autismo e sua professora, Enid Moore, está ansiosa para que ele leve seus estudos sociais a sério.
Ela enfatiza que não é suficiente ter diplomas - Cameron precisa aprender a se relacionar com pessoas de sua própria idade e a manter amizades. No primeiro dia de aula ele conheceu Tim, outro adolescente inteligente que também sofre de Síndrome de Asperger. Os dois têm interesses e problemas semelhantes, o que significa que podem dar apoio um ao outro nos momentos de dificuldade. Tim falou à BBC: "É incrível ter um amigo novo porque ele é divertido... e ele também gosta dos mesmos jogos de computador que eu.
Matemática Aplicada
Nesse meio-tempo, Cameron prossegue com seu curso na Open University. Ele quer terminar o curso aos 16 anos. Sua última prova teve um resultado um pouco melhor: 77% da pontuação máxima. Isso significa que ele pode continuar no curso, mas ele não está satisfeito."Eu esperava mais de 80%", ele diz.
O matemático Imre Leader, do Trinity College, em Cambridge, fez uma avaliação da habilidade matemática do adolescente. Ele sugeriu que Cameron diminua o ritmo um pouco e vá estudar matemática nas Universidades de Cambridge ou Oxford quando tiver 18 anos, com estudantes da mesma idade. Ele também recomendou que Cameron participe de cursos de verão com outros estudantes de matemática talentosos, vindos de outras escolas. Cameron diz que ainda pretende concluir o curso na Open University, mas conta que os conselhos do professor Leader lhe deram uma outra opção de vida.
"Ele me ensinou que você precisa ir mais além na matemática, não apenas à superfície, mas lá dentro, nas profundezas. E como ele disse, há outras pessoas como eu, grande habilidade matemática, vidas escolares ruins". Desde que completou 14 anos, Cameron vem se interessando por meninas. Recentemente, ele teve seu primeiro encontro com uma garota, desacompanhado dos pais.
"Comecei a me interessar por meninas há alguns meses", ele conta. "Comecei a gostar delas em vez de sentir repugnância por elas". Com uma nova vida social e munido de um plano para o futuro mais a longo prazo, Cameron parece estar conquistando, aos poucos, uma vida mais equilibrada e feliz.
HTTP://NOTICIAS.TERRA.COM.BR/EDUCACAO/NOTICIAS/0,,OI5459802-EI8266,00-COM+ANOS+GENIO+DA+MATEMATICA+DIZ+TER+A+SOCIABILIDADE+DE+UMA+BATATA.HTML

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Cantora americana Toni Braxton fala sobre seu filho autista


Toni e Diezel na Associação Americana de Autismo (Imagem: Bossip)


Não foi fácil para Toni voltar a acreditar em suas possibilidades após quatro anos marcados por diferentes problemas de saúde. A cantora sofre de uma doença nos vasos sanguíneos conhecida como angina microvascular e, além disso, foi diagnosticada com uma pericardite.

Como se já não fosse suficiente, a cantora descobriu ainda que seu filho mais velho tem autismo, o que a levou a considerar abandonar sua carreira musical para sempre.

No entanto, a intérprete, que conquistou fama mundial nos anos 90 com canções como “Unbreak my heart” e “Breath again”, explica que foi um encontro ao acaso no hospital que trouxe esperanças a ela novamente.

“Enquanto estava internada, conheci uma mulher de 60 anos que tinha sofrido quatro infartos e que me contou que acabava de voltar de férias com seu namorado de 40 anos. Me disse que esta doença não podia me deter, que não podia ganhar a batalha, que eu ainda era muito jovem”, lembra a cantora.

A partir daí, Toni começou a trabalhar na criação das 12 faixas de “Pulse”, um disco com o qual a cantora voltou ao R&B de suas origens e cujo primeiro single, “Yesterday”, foi lançado.

Renovada

Totalmente renovada e com mais forças que nunca, Toni apenas entristece o olhar quando lembra seu velho amigo Michael Jackson, de quem diz sentir muitas saudades, tanto pessoalmente quanto musicalmente.

“Era muito carinhoso e muito próximo. Sinto saudades. Sua música está aí, mas me dá pena por não podermos mais seguir desfrutando dele”, afirma a cantora, séria.

Toni conheceu o rei do pop durante um evento beneficente, já que desde que sua doença foi diagnosticada, a cantora trabalha como porta-voz da Associação Americana do Coração.

Além disso, também apoia a Associação Americana de Autismo, um trabalho com o qual a cantora pretende ensinar como lidar com a doença.

Embora Toni tenha vendido mais de 40 milhões de discos durante sua carreira, ela teve seu nome associado a problemas financeiros, que a levaram a romper com seus empresários em 2007. O CD mais recente é “Pulse” e foi lançado no ano passado (Fonte: G1).

Segundo o site Black Celebrity kids, Toni diz que seu filho autista, Diezel, estava se desenvolvendo de uma forma diferente em relação ao seu irmão, Denim.
No mesmo dia em que seu filho foi diagnosticado como autista, Toni faria um show em Las Vegas. Em lágrimas, ela disse à plateia o que tinha acontecido. “Você tende a culpar a si mesmo. Perguntei a mim mesma se tinha feito algo errado. Muitas vezes os pais negam porque eles querem pensar que seu filho é perfeito” (Nota do blog).


Fonte: http://www.deficienteciente.com.br/2011/09/cantora-americana-toni-braxton-fala-sobre-seu-filho-autista.html

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Psiquiatra de Yale vai lançar enciclopédia sobre autismo

O psiquiatra Fred Volkmar, 61, professor da Universidade Yale (EUA), está trabalhando em uma enciclopédia, que será lançada no ano que vem, sobre todos os transtornos que se encaixam na nomenclatura do autismo.

Hormônio cerebral é testado para tratar pessoa com autismo

O americano falou à Folha sobre novas pesquisas que abordam a criação de testes físicos que detectem o autismo em bebês. Volkmar participou também da gravação de um documentário da ONG Autismo e Realidade.

Folha - Por que o autismo precisa de uma enciclopédia?
Fred Volkmar - Tem muita pesquisa sobre autismo saindo todos os dias, é difícil para os pais acompanharem tudo isso. Esse trabalho vai ser referência e vai estar na internet. Isso é importante por causa da explosão do autismo no Google: são mais de 17 milhões de páginas. Os pais ficam muito confusos.

Hoje, o rastreamento de autismo é feito por meio de questionários aplicados aos pais das crianças. Isso não é ruim, mas começa aos 18 meses. As perguntas são coisas muito básicas, do tipo, se o bebê não responde ao próprio nome. Queremos fazer o diagnóstico muito mais cedo para intervir mais cedo.

Enquanto não há teste genético, vai dar para fazer exame físico para autismo?
Há muitas causas para perda de audição, mas ninguém faz teste genético para isso. Você faz um teste de audição. Há a possibilidade de fazer testes de autismo com o mesmo princípio de um teste auditivo, que tenham a ver com fisiologia. Temos dados que mostram que autistas não veem rostos da mesma maneira como as outras pessoas. Esse tipo de coisa pode dar origem a um teste de rastreamento para autismo.

Pode se falar em buscar uma cura para o autismo?
Se falamos sobre ter uma vida independente, sim. O que queremos é que a criança funcione na sociedade. Todo mundo conhece gente excêntrica, há um espectro grande do que se considera normal. Se conseguirmos que a pessoa se encaixe entre o que é considerado normal, estamos satisfeitos. É assim que eu imagino a cura.


Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/984804-psiquiatra-de-yale-vai-lancar-enciclopedia-sobre-autismo.shtml

"El rey león" llega a Broadway adaptado para un público con autismo

Nueva York, 30 sep (EFE).- El popular musical "El rey león", que lleva en la cartelera de Broadway desde hace catorce años, celebrará este domingo una función adaptada especialmente para personas con autismo, tras un acuerdo de los productores y una organización que trabaja para hacer más accesible el teatro.

"Las adaptaciones son de índole técnica, en siete momentos de la obra, cuando el sonido es demasiado estridente o las luces parpadean y pueden inducir ataques de epilepsia", explicó a Efe Lisa Carling, responsable de programas de accesibilidad para "Theater Development Fund", el colectivo sin ánimo de lucro detrás de la iniciativa.

Carling dijo que la idea de adaptar el musical, que protagonizará el mismo elenco que actúa cada día en el Minskoff Theatre, no sólo pasa por modificar los momentos que puedan resultar molestos para personas con autismo, sino que tanto ellos como sus familias puedan disfrutar de la obra en un ambiente en el que se sientan cómodos.

El proyecto surgió hace tres años, a partir del contacto con algunos profesores de educación especial de escuelas de Nueva York, que coincidían en resaltar la necesidad de hacer "más accesible" el teatro a determinados sectores de la población, explicó la portavoz de la organización.

"Primero pensamos en reservar un conjunto de asientos en una de las representaciones", indicó Carling, quien añadió que más tarde cayeron en la cuenta de que no sería suficiente. "Queríamos que los espectadores con autismo y sus familias estuvieran en una situación en la que no se les juzgue", añadió.

Carling remarcó que se trata de una iniciativa pionera cuyos resultados desconocen, y reconoció no estar segura de que organizar representaciones específicas sea la mejor solución. "En principio creo que sí, pero incluir a todo el mundo es muy importante y la gente con discapacidad cada vez está más integrada", añadió.

Las entradas para esta versión adaptada de "El rey león" se pusieron a la venta el pasado mayo y se agotaron en dos meses, y ahora hay una lista de espera con más de 1.000 personas que se han quedado sin asiento, según la responsable, por lo que no descartan organizar al menos una segunda representación.

"Theater Development Fund" ya ha organizado en diversas ocasiones versiones teatrales con descripciones en audio y con intérpretes en lengua de signos, para personas con dificultades de visión y auditivas respectivamente, algo que planean seguir haciendo.

Fonte: http://www.google.com/hostednews/epa/article/ALeqM5i9s10KaPJaUPuWjpO5bE8VdfnO_g?docId=1619961

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

A História do Bambu Chinês


Depois de plantada a semente deste incrível arbusto, não se vê nada por aproximadamente cinco anos, exceto um lento desabrochar de um diminuto broto a partir do bulbo.

Durante cinco anos, todo o crescimento é subterrâneo, invisível a olho nu, mas uma maciça e fibrosa estrutura de raiz que se estende vertical e horizontalmente pela terra está sendo construída. Então, no final do 5º ano, o bambu chinês cresce até atingir a altura de 25 metros. Um escritor de nome Covey escreveu:

"Muitas coisas na vida pessoal são iguais ao bambu chinês. Você trabalha, investe tempo, esforço, faz tudo o que pode para nutrir seu crescimento, e às vezes não vê nada por semanas, meses ou anos. Mas se tiver paciência para continuar trabalhando, persistindo e nutrindo, o seu quinto ano chegará, e com ele virão um crescimento e mudanças que você jamais esperava..." O bambu chinês nos ensina que não devemos facilmente desistir de nossos projetos e de nossos sonhos...

Em nossos relacionamentos especialmente, que é um projeto fabuloso que envolve mudanças de comportamento, de pensamento, de cultura e de sensibilização,devemos sempre lembrar do bambu chinês para não desistirmos facilmente diante das dificuldades que surgirão. Procure cultivar sempre dois bons hábitos em sua vida: a Persistência e a Paciência, pois você merece alcançar todos os seus sonhos. "É preciso muita fibra para chegar às alturas e, ao mesmo tempo, muita flexibilidade para se curvar ao chão".

retirado do blog: http://penetral.blogspot.com

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

O poder da música!!!


Menino coreano criado nas ruas, encontra na música um refugio e um futuro!




Assista ao Vídeo clicando sob o título!!!

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Criança Esperança filma a história de Jobson, um autista salvo pela música

A história do músico que tinha dificuldade para se comunicar e hoje faz cover de Roberto Carlos vai ser mostrada no show apresentado em agosto
imprimir
Emerson Muzeli conversa com Ademilson e
Lourdes (Foto: Christina Fuscaldo)“Quando fiz o primeiro filme para o Criança Esperança, senti que algo mudou em minha vida. Senti que alguém tentava me dizer algo, mas não com palavras, com gestos ou coisas de televisão. Demorou um tempo para eu entender. Eu, que trabalho em um veículo de comunicação que fala para o mundo inteiro, perguntei a mim mesmo: por que eu? E, nesse momento, a gente sempre faz a mesma pergunta. Por que nós? Por que aqui em Natal? Por que aqui com vocês? Talvez a gente nunca saiba responder. Mas sabe que é porque vocês são pessoas especiais. O importante é que estamos aqui para ouvir o que vocês têm a dizer de mais íntimo. Vamos entender a história do Jobson, sabendo que essas palavras vão para o ouvido de outros pais. Respeitamos muito vocês e estamos muito agradecidos.”

Foi com essas palavras de carinho e conforto que o diretor Emerson Muzeli deu início à entrevista com os pais de Jobson Maia, um autista que foi salvo pelo amor e pela música de Roberto Carlos. Ademilson e Lourdes receberam em sua casa, em Natal, a equipe do Criança Esperança que está viajando por todas as regiões do Brasil, para contar e reconstruir a história de superação da família Maia. Além das conversas com o casal, foram registradas na capital do Rio Grande do Norte cenas que retratam diversas fases da vida do personagem principal, com direito a atores locais e um show no Teatro Alberto Maranhão para fechar o filme com chave de ouro.


Atores que representaram Jobson na infância e
na adolescência (Foto: Christina Fuscaldo)“Participar do Criança Esperança era um sonho que eu tinha. Gravei muitas cenas que representam a história da minha vida atual e também de antigamente. O ator mirim representou minha infância. Me deixou um pouco emocionado. No show, canto muitas músicas bonitas de Roberto Carlos. Minha paixão por ele começou aos três anos de idade, quando ouvi pela primeira vez e fui aumentar o volume para ouvir melhor. Fiz pesquisas por discos, revistas, livros, tudo. A música me ajudou a superar as barreiras”, disse Jobson entre uma cena e outra.

O momento em que o menino gira o botão do rádio do carro do pai para ouvir Roberto Carlos é um dos pontos altos da vida da família Maia e do vídeo dirigido por Muzeli. Jobson nasceu em 1978, mas ele, o pai e a mãe levaram três anos numa peregrinação de médico em médico para descobrir porque o filho não falava, andava ou respondia a estímulos. Pouca gente sabia o que era autismo.

“Muita gente dizia que estávamos gastando dinheiro e que aquilo não tinha cura. Mas a fé da gente era maior do que o que o povo estava falando”, contou dona Lourdes.

Companheira no dia a dia de Jobson, a mãe passou por muito constrangimento e humilhação nas ruas de Natal. Lourdes se emocionou ao lembrar do momento em que um senhor, dentro de um ônibus no qual o menino não queria entrar nem sair, colocou a mão em Jobson e disse: “Seu filho vai ser curado.”


Cena em que Jobson Maia criança aumenta o
som do carro (Foto: Christina Fuscaldo)“Aquele momento foi muito forte. Normalmente as pessoas ignoravam, porque não entendiam. Quem conviveu mais com as pessoas xingando fui eu”, desabafou.

Ademilson lembrou da dificuldade que era para encontrar escola que aceitasse Jobson como aluno. O pai chegou a entrar em sala para pedir compreensão e solidariedade aos coleguinhas do seu filho e precisou falar o que muitas diretoras preferem não ouvir. Certa vez, ao receber uma negativa dentro de uma instituição de ensino católica, questionou se a diretora era mesmo uma representante de Deus. E olha que fé é a palavra de ordem dos religiosos Maia.

“Vontade de bater nos outros, eu não tinha porque minha dimensão de amor é muito grande. Gritei muitas vezes (para desabafar). Chamavam Jobson de louco, mas isso jamais nos impediu de levá-lo a todos os lugares”, disse Ademilson. “Nos colégios era assim, como também nos restaurantes e nas praças. A gente começou a ter medo de tudo. Aí é que veio a reação de querermos transformar isso.”


Jobson Maia é filmado entrando em um dos
sebos que frequenta (Foto: Christina Fuscaldo)Ademilson e Loudes investiram no tratamento de Jobson e estimularam sua paixão pela música. O menino ganhou um violão e, mais velho um pouco, conquistou o teclado, equipamento necessário para seus shows. Jobson estudou música, passou a sair sozinho para fazer pesquisas em sebos e, hoje, não está mais “em outro mundo”, como costumam dizer que vivem os autistas. Jobson conversa, conta casos, lembra de detalhes de diversos discos e faz shows de uma hora só com sucessos de Roberto Carlos. A música que conduz toda essa história, e mais detalhes sobre ela, você vai ver no show do Criança Esperança, no dia 20 de agosto.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

A música pode curar

A música, adorada pela maioria dos brasileiros, pode ajudar a curar. Para quem não sabe, a musicoterapia consiste na utilização da música e de seus elementos (melodia, som, ritmo e harmonia) com o objetivo de facilitar e estimular a condição física, emocional, mental, social e cognitiva dos pacientes em reabilitação.

De acordo com a presidente da Associação de Profissionais e Estudantes de Musicoterapia do Estado de São Paulo, Priscila Borchardt, a musicoterapia pode atuar em inúmeras áreas, como geriatria, deficiências, estimulação precoce e empresarial.

“A musicoterapia se utiliza de sons e músicas para desenvolver seu trabalho, que será desenvolvido de acordo com as necessidades de cada paciente e área de atuação. O tratamento busca, através da estimulação global do indivíduo, promover melhores condições de vida, o que auxilia no tratamento de patologias”, explica.

O tratamento não tem contra-indicação e pode ser feito por pessoas de todas as idades em qualquer fase da vida, inclusive durante a gestação com o objetivo de estimular o feto. Priscila declara ainda que a musicoterapia não substitui medicamentos e o musicoterapeuta não pode receitar medicamentos. Neste caso, é muito importante que haja acompanhamento médico.

“Em alguns casos, seu trabalho faz com que a medicação seja reduzida. Devido aos estímulos, muitos sintomas deixam de existir ou tornam-se mais amenos, o que possibilita a retirada dos medicamentos, principalmente quando se trata de dor. Porém, quem tomará esta decisão será o médico”, informa.

Há várias pesquisas desenvolvidas que comprovam a eficácia da musicoterapia. A especialista cita uma delas, desenvolvida nos Estados Unidos. “O estudo comprovou a eficácia da musicoterapia com crianças em encubadoras. As que foram submetidas à musicoterapia necessitaram de menos medicação e obtiveram alta com maior rapidez”, revela.

Nos EUA, a maioria dos hospitais conta com musicoterapeutas, enquanto no Brasil ainda existem poucas pesquisas nesta área. “Cada vez mais, a musicoterapia torna-se conhecida, o que facilita a promoção de pesquisas desenvolvidas dentro de nosso País”, finaliza a musicoterapeuta.

Agência Unipress Internacional
Por Gabriela Jaya

Texto disponível no site:
http://folha.arcauniversal.com.br/integra.jsp?codcanal=984&cod=113637&edicao=719

Musicoterapia para todos


Paredes claras, luminosidade, chão de madeira, almofadas, instrumentos musicais. Esse ambiente zen, que muito lembra o clima de uma sala de ioga, é na verdade o setting ideal para sessões de musicoterapia.Tem quem franze a testa de curiosidade ao ouvir as três primeiras sílabas da palavra. Mas, é isso mesmo, terapia com música.

No Brasil há mais de 30 anos, a técnica terapêutica que utiliza sons, música e movimento como forma de tratamento de diversas patologias é pouco difundida por aqui. Ainda em processo de regulamentação como profissão, a musicoterapia é uma das poucas formas prazerosas de aliviar sintomas como estresse, ajudar crianças com problemas de aprendizagem e, até mesmo, a amenizar os sintomas de doenças incuráveis como o Alzheimer. Tudo isso por meio de conhecimentos de medicina, artes, psicologia e filosofia.

Pandeiros, chocalhos, tambores, pianos artesanais, caixas de madeira, violão, flautas, canções, canto, estalo de dedos, palmas e outros "barulhos" feitos com o próprio corpo. Os musicoterapeutas estimulam seus pacientes a utilizarem esses instrumentos como forma de expressão. Enquanto isso, o comportamento corporal e a forma como a pessoa constrói as sonoridades são analisados. Não é necessário ter noção musical e pouco importa qual o tipo de problema psicológico ou físico que você apresenta.

Musicoterapeuta do Centro Benenzon Brasil, Wanderley Alves Junior explica que todos os seres humanos têm um histórico sonoro-musical, que começa a se formar lá no útero das mães. Dos batimentos cardíacos e ruídos causados pelo movimento dos órgãos da progenitora às nossas músicas favoritas de agora. "O trabalho do terapeuta musical consiste em descobrir esse histórico e utilizá-lo como ferramenta para estabelecer um vínculo terapêutico com a pessoa que necessita de ajuda", conclui.

Cérebro e música: tratamento em conjunto

As sessões podem durar de 45 minutos a uma hora e meia. "Tudo depende da necessidade e das limitações de cada paciente, inclusive o valor da consulta", explica Priscila Borchardt, musicoterapeuta e presidente da Associação de Profissionais e Estudantes de Musicoterapia do Estado de São Paulo (Apemesp). No Centro Pró-Autista, em São Paulo, onde ela trabalha como musicoterapeuta de crianças com a deficiência, o trabalho é semanal, dura 50 minutos e pode ser realizado em grupo ou individual.

Assim como com autistas, os portadores de Alzheimer (doença caracterizada pela perda constante da memória) não são curados por esse tipo de terapia. O que existe é retardar ou atenuar os sintomas mais alarmantes. "O processo musicoterapêutico auxilia na qualidade de vida do paciente, pois atua em aspectos como memória (mesmo que por pouco tempo, pois o paciente mantém vínculos com o real por meio de músicas), expressão, comunicação (por meio do não-verbal) e sociabilidade (melhora da relação com familiares e cuidadores)", conta Luisiana Passarini, que atende pessoas com essa patologia no Centro Benenzon.

Além dos exemplos citados, essa terapia alternativa é indicada em casos de transtornos alimentares, distúrbio de comportamento e de linguagem, para promover o auto-conhecimento, recuperação de auto-estima, deficiências mentais como Síndrome de Down, idosos com mal de Parkinson, coma, dependência química, gestação e pós-parto, dificuldade em lidar com o envelhecimento e variadas doenças psíquicas.

"A música e o prazer são os únicos estímulos que percorrem os mesmos caminhos cerebrais da dor. Assim, pacientes com sensação de dor elevada se beneficiam deste tratamento que, em muitos casos, diminui a necessidade do uso de medicamentos".
Gisele Célia Furusava, musicoterapeuta

Em sua clínica, a musicoterapeuta Gisele Célia Furusava organiza sessões em grupos de no mínimo quatro pessoas. Normalmente, o agrupamento é feito por temas, como "Grupo de Professores" ou "Estresse", para que todas as necessidades de cada um dos indivíduos sejam atendidas de forma eficiente.

Ela explica que, segundo estudos, atividades relacionadas ao fazer musical ativam, simultaneamente, a maioria das regiões cerebrais: o hemisfério cerebral direito é responsável pelo processamento da altura, timbre, intensidade, melodia, canto, acordes, sons relacionados a imagens, orientação espacial e o som relacionado à emoção. Já o hemisfério cerebral esquerdo atua sobre o ritmo, duração, prosódia, leitura, elementos de lógica e análise, escrita, seqüências e memória musical.

Texto publicado no site: http://www.guiadasemana.com.br/Sao_Paulo/Mulher/Noticia/Musicoterapia_para_todos.aspx?ID=31259

Musicoterapia cura doenças e promove o bem-estar

Ouvir uma melodia pode ser um remédio tão eficaz quanto as fórmulas vendidas nas farmácias. A música faz um bem danado para o bem-estar e ainda auxilia no tratamento de muitas doenças -- da asma ao câncer, passando por lesões cerebrais. Tudo cientificamente comprovado.

"A música atinge em cheio o sistema límbico, região do nosso cérebro responsável pelas emoções, pela motivação e pela afetividade", explica Maristela Smith, coordenadora da Clínica de Musicoterapia das Faculdades Metropolitanas Unidas, em São Paulo.Esse é ponto chave da musicoterapia: um método que usa o passado sonoro para tratar males de todo tipo. "Pacientes portadores do Mal de Alzheimer, por exemplo, resgatam aspectos da memória através de canções e sons de rotina", diz a especialista.

O tratamento é altamente indicado para pessoas que apresentam distúrbios de comunicação (como transtornos da fala e gagueira); de comportamento (como hiperatividade); neurológicos, lesões cerebrais, dislexias. Nem as doenças mentais, como autismo infantil, esquizofrenia e depressão, resistem a uns bons acordes.

"A musicoterapia trabalha para desenvolver a capacidade de escuta e de convívio social, na medida que a música encontra no indivíduo um canal de comunicação disponível. Por esse acesso, ela começa a abrir novos canais de conexão", define Maristela.

A terapia com as notas musicais dividi-se em etapas: a musicodiagnóstica, em que são coletados dados relativos à historia pessoal, clínica e sonoro-musical do paciente. Em seguida, o especialista detalha seus objetivos e submete ao paciente seu plano de ação.

Começa, então, a etapa de tratamento em uma sala especial, com acústica adequada. As sessões incluem música e recursos sonoros variados CDs, vozes, instrumentos e até mesmo ruídos. O especialista avalia a reação do paciente diante de cada som, documenta tudo e vai comparando os resultados com seu projeto inicial.

" Efeitos positivos têm sido verificados logo no nas 10 primeiras sessões, principalmente, no que diz respeito ao desenvolvimento da percepção global do paciente", avalia Maristela Smith.

texto retirado do site: http://www.minhavida.com.br/conteudo/807-Musicoterapia-cura-doencas-e-promove-o-bemestar.htm

quarta-feira, 22 de junho de 2011

SENADO APROVA A PLS Nº 168/11 -em prol dos autistas

O Plenário aprovou nesta quarta-feira (15) o Projeto de Lei do Senado (PLS)
168/11 que institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa
Autista. O projeto estabelece os direitos fundamentais da pessoa autista e
equipara o portador desse distúrbio à pessoa com deficiência, além de criar um
cadastro único dos autistas, com a finalidade de produzir estatísticas nacionais
sobre o problema. O texto segue agora para análise da Câmara dos Deputados.

A política de proteção deverá articular, conforme o projeto, os organismos e
serviços da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios nas áreas
de saúde, educação, assistência social, trabalho, transporte e habitação, com
vistas à coordenação de políticas e ações assistenciais.

O senador Paulo Paim (PT-RS) saudou a aprovação do projeto e lembrou que será
realizada sessão de homenagem aos autistas no próximo dia 27. Paim é presidente
da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), autora da
proposta, e foi seu relator na Comissão de Assuntos Sociais (CAS). O texto tem
como base sugestão da Associação em Defesa do Autista (Adefa).

- Agradeço em nome dos autistas pela aprovação do projeto que interessa tanto a
todos os familiares e, enfim, aos autistas.

Em seu parecer favorável ao PLS 168/11 na CAS, o senador Paulo Paim (PT-RS)
explica que o texto "define a pessoa com transtorno do espectro autista com base
em características clínicas da síndrome e a equipara à pessoa com deficiência,
para todos os efeitos legais".

O projeto prevê ainda direitos dos autistas, como proteção contra exploração e
acesso a serviços de saúde e de educação, ao mercado de trabalho, à moradia e à
assistência social. Também estende o direito a jornada especial a servidor
público que tenha sob seus cuidados cônjuge, filho ou dependente autista.

No debate da proposta, Paim lembrou que o assunto foi discutido em diversas
audiências públicas no Senado. Ressaltou ainda que a política possibilitará a
articulação de ações governamentais voltadas à proteção de pessoas com
transtorno de espectro autista.

Mensagem retirada do site do Senado

quarta-feira, 15 de junho de 2011

RESUMO DE UMA HISTORIA REAL.Uma história de muitas lutas e muitas conquistas.


Alessandra nasceu no dia 02 de maio de 1985, bonita e saudável. Com o passar do tempo, comecei a notar que ela era diferente; levava ao médico e dizia a ele da minha preocupação, ele me dizia que ela não tinha nada de anormal.
Ao completar 1 ano, era visível que havia algo errado; aí começou a peregrinação. Minha cidade é bem pequena, com poucos recursos. Eu também não tinha nenhum recurso, nem sequer telefone.Senti que eu tinha que lutar com as minhas próprias forças. Busquei ajuda em cidades maiores e, mesmo assim, não tinha resposta. Tudo o que as pessoas falavam, a gente fazia; se hoje é dificil imaginem há 26 anos?
Passaram-se dias, meses e anos e nada se resolvia. Cada dia era pior. Alessandra tinha uma crise diferente a cada dia e ninguém entendia o que estava acontecendo. Eu ia a médicos, padres, benzedeiras e centros espíritas, sem resultado,cada dia pior.
Indicaram a Unicamp de Campinas. Fizemos esse trajeto por um ano e meio, onde ela refez todos os exames e passou por especialistas, até que fizeram uma junta médica, a qual foi dado o diagnóostico de Autismo. Parecia que o mundo estava desabando sobre nossas cabeças e, para piorar, me disseram que não tinha tratamento para o Autismo, pois o Brasil ainda estava engatinhando nas pesquisas sobre o que fazer com uma criança autista.
Com esse diagnóstico desconhecido e sem saber pra onde ir, entregamos a Deus, e Ele nos iluminou: ganhei uma assinatura da revista Familia Cristã. Na quarta edição da revista, havia uma reportagem sobre a musicoterapia e o musicoterapeuta era especialista em Autismo. Recém chegado de Buenos Aires, ia começar a atender em São Paulo, há 450 km da minha cidade. Tinha um telefone. Sem pensar na distância, liguei para ele, contei sobre a Alessandra e ele me disse que gostaria de vê-la, que o caso não era impossivel. Marquei uma consulta e, junto à prefeitura da minha cidade, consegui uma ambulância. Lá fomos nós para São Paulo. Parecia um sonho, mas foi verdadeiro. Em quase 6 anos sem nenhuma esperança, encontramos alguém que se dispusesse a nos ajudar. O musicoterapeuta tentou acalmá-la por três horas,pois até o relógio dele ela arrebentou, mesmo assim ele nos encorajou, disse que ia nos ajudar. Pela primeira vez encontramos alguém que mostrou interesse e nos deu muitas esperanças. Devido à distância, marcou a consulta seguinte para daí 15 dias. Assim, começou uma nova etapa em nossas vidas.
A cada 15 dias íamos para São Paulo. Em casa, seguíamos as suas orientações: arranjamos animaizinhos, e ela começou a se acalmar, não tinha mais crises de choros porque quando ela começava, passava noites e dias chorando sem parar, era uma loucura (nossa casa era repleta de grades de proteção), começou a dormir, não agredia mais a irmã mais nova, aceitou usar roupas e calçados e também começou a se comunicar a seu modo e não necessitou mais ficar trancada. Na sétima seção, ela era outra criança. Na época, o caso da Alessandra foi apresentado no Simpósio Internacional sobre Musicoterapia.
Hoje, esse musicoterapeuta, reside em Brasilia e tem uma clíinica chamada CLIAMA. Ele ainda nos atende prontamente. Devido à distância, a Alessandra foi até lá somente duas vezes. Mantemos contato por telefone, eu conto como ela está e ele me orienta o que fazer.
Antes da musicoterapia, a Alessandra tomou todos os remédios possiveis da época: hora para acalmar, hora para estimular. Cada médico receitava um e, assim, ela só piorava. Depois da musicoterapia, o remédio dela é o musicoterapeuta Dr Aluisio Duboc Maluf.

Depois de tanto sofrimento, hoje somos uma familia feliz. A Alessandra depende de mim, mas ela é feliz, se comunica a seu modo, vive bem na sociedade, permitindo ir a qualquer lugar com ela, que se comporta bem, tem muita coordenação e até anda de bicicleta. Antes da musicoterapia ninguém conseguia fazer uma terapia com ela,agora ela anda no cavalo certinho, na equoterapia, faz hidroterapia e frequenta a APAE em outra cidade.
Gostaria muito que as mães de autistas tivessem a mesma sorte que eu tive de conseguir mudar uma história triste, para uma história feliz.
Tudo isso foi conseguido com muito amor. Meu marido, minha outra filha mais nova, Andressa, e eu, vivemos só para a Alessandra.

Por LurdesConde Rorato

terça-feira, 14 de junho de 2011

No caminho para tratar o autismo

Cientistas identificam novas regiões no genoma implicadas no distúrbio 2011-06-09

Centenas de pequenas variações genéticas estão associadas a perturbações do espectro do autismo, incluindo uma área de ADN que pode ser a chave para entender por que razão os seres humanos são animais sociais, afirmam investigadores da Universidade de Yale.

O estudo destes cientistas, publicado na revista Neuron, reforça a teoria de que o autismo, um distúrbio que se desenvolve na primeira infância, envolvendo deficiências na interacção social, deficits de linguagem e comportamentos distintos, não é causado por um ou dois grandes defeitos genéticos, mas por muitas pequenas variações, cada uma associada a uma pequena percentagem dos casos.

Matthew State, investigador que conduziu o estudo, analisou mais de mil famílias onde havia uma única criança com um transtorno do espectro do autismo, um irmão não afectado e pais não afectados. A equipa, incluindo o autor principal Stephan Sanders, da Universidade de Yale, comparou os indivíduos com autismo aos seus irmãos para determinar que tipos de mudanças genéticas distinguiam a criança afectada da criança não afectada.

Síndrome de Williams

Um dos aspectos mais intrigantes dos resultados aponta para a mesma pequena secção do genoma que causa a síndrome de Williams, um distúrbio do desenvolvimento marcado por alta sociabilidade e uma aptidão invulgar para a música.

“No autismo, há um aumento no material cromossómico, uma cópia extra desta região, e na síndrome de Williams, há uma perda desse mesmo material”, explica Matthew State. “O que torna esta observação interessante é que a síndrome de Williams é conhecida por um tipo de personalidade que é altamente empática, social e sensível ao estado emocional dos outros. Os indivíduos com autismo têm frequentemente dificuldades neste aspecto. Isto sugere que há um ponto importante nessa região para compreender a natureza do cérebro social”.

Matthew State e equipa também encontraram outras 30 regiões no genoma que são muito prováveis de contribuir para o autismo. “Agora estamos a avançar para uma segunda fase do estudo, em que analisámos mais mil e seiscentas famílias para podermos ser capazes de identificar várias regiões novas que estão fortemente implicadas no autismo”, refere o cientista.

Stephan Sanders e Matthew State estão optimistas com as novas descobertas, sugerindo que a genética é o primeiro passo para entender o que realmente acontece no cérebro a nível molecular e celular. “Podemos usar estes resultados genéticos para começar a desvendar a biologia subjacente do autismo”, revela Stephan Sanders. “Isso vai ajudar muito nos esforços para identificar novas e melhores abordagens para o tratamento”.

Fonte: www.cienciahoje.pt

Cena do Filme Amargo Pesadelo


O filme Amargo Pesadelo estava sendo rodado no interior dos Estados Unidos. O diretor fez a locação de um posto de gasolina nos confins do mundo, onde aconteceria uma cena entre vários atores contracenando com o proprietário do posto onde ele também morava com sua mulher e filho (este era autista e nunca saía do terreno da casa).

Num dos cortes para refazer a cena do abastecimento, um dos atores que sendo músico sempre andava acompanhado do seu instrumento de cordas aproveitando o intervalo da gravação e já tendo percebido a presença de um garoto que dedilhava um banjo na varanda da casa aproximou-se e começou a repetir a sequência musical do garoto.

Como houve uma 'resposta musical" por parte do garoto, o diretor captou a importância da cena e mandou filmar. A cena acabou fazendo parte do filme.

Esta cena pode ser vista na barra de vídeos, ao final da pagina.

Fonte: youtube

sábado, 11 de junho de 2011

Romário quer pessoas com deficiência trabalhando na Copa


Durante sua passagem na capital mineira para a realização do II Fórum Legislativo de Cidades-Sedes da Copa 2014, realizado na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, na segunda-feira, o deputado federal Romário Faria defendeu bandeira da acessibilidade. O ex-atacante cobrou providências para que as pessoas com necessidades especiais possam participar do Mundial não apenas como torcedores, mas também como mão de obra qualificada.

“Tenho certeza que pessoas com deficiência visitarão o Brasil para a Copa do Mundo, então porque não os brasileiros possam dar aos nossos deficientes oportunidade de capacitá-los para que eles recebam os turistas”, ressaltou o parlamentar. “Nós temos que parar para pensar em nossas crianças e jovens e nos deficientes. Por esse simples fato de eles serem deficientes, não significa que eles não gostam do pais”, acrescentou.

Segundo Romário, o preconceito hoje em dia é um pouco melhor. “A falta de respeito já diminuiu, mas, infelizmente, ainda existe alguns imbecis, idiotas e ignorantes que acham que essas pessoas não foram para esse mundo”, comentou.

O deputado federal acredita que faltou ser colocado durante o evento, algo relacionado a crianças e jovens, que são vítimas das drogas que estão invadindo o país. Ele se referiu, especificamente, ao crack e o oxi.

“Não podemos esquecer que o Brasil não vai acabar em 2016 (pós-Olimpíadas no Rio de Janeiro), o Brasil continua. Essa droga que chegou ao Brasil há alguns anos, segundo um especialista que tive oportunidade de conversar, dependendo do uso, essa droga pode matar em seis meses”, destacou.

Romário lembrou que a comissão já esteve em quatro cidades-sedes: Fortaleza, Recife, Curitiba e Belo Horizonte. Ele disse que o grupo vai passar por todas as sedes e deve terminar esta agenda entre setembro e outubro deste ano.

“Espero que o estado nos veja como uma comissão que vem aqui com o objetivo de ver, ouvir e chegar a uma conclusão e puder ajudar ao máximo para que as coisas aconteçam”, alegou o deputado federal. Sobre a bandeira em defesa dos portadores de necessidades especiais.

“Essa é minha luta, vou brigar muito por isso. Vou exigir e fazer questão, dentro da possibilidade como deputado para que isso tenha realmente não só nos estádios. Temos que aproveitar que o Brasil está de cabeça para baixo em obras, e temos que começar a entender que somos muito carente em acessibilidade”, avaliou.

Fonte: UOL Esporte

sexta-feira, 10 de junho de 2011

O BRINCAR COMO AUXÍLIO NO COMPORTAMENTO DA CRIANÇA AUTISTA


A brincadeira é a linguagem das crianças. Pela brincadeira se pode aprender a interação social, trabalhar a atenção, seqüências, habilidades, solucionar problemas, explorar sentimentos, desenvolver causa e efeito, estimular a criatividade. Com a falta de interação social, comunicação e problemas no comportamento, muitos autistas vão necessitar de ajuda para estabelecer uma relação com outras crianças e muitos não sabem brincar, o que precisa ser ensinado.

Para começar escolha algo que funcione com o autista, o que chamaria a sua a
tenção (dinossauros, tubarão, fadas, jogos, bola). Deixe a criança iniciar a brincadeira, fazer uma escolha. Se a criança recusar a sua presença na brincadeira comece apenas observando-a brincar, depois introduza comentários ("nossa, este carro é bem veloz!"). Não se preocupe se a criança ignorar seus comentários, continue a introduzi-los aos poucos.

Ajude a criança a engajar-se na comunicação recíproca na brincadeira. Exemplo: a criança está brincando com um carrinho. Você pode pegar outro carro e dizer: "este carro amarelo corre melhor que o azul. Vou mostrar! Cadê o azul? Ah! aqui está". (Pegue o carro marrom e deixe a criança corrigir você). Cometa outros erros e comece uma corrida de carros com isso.

Quando a criança estiver confortável em brincadeiras recíprocas, aumente a interação.
Exemplo: Ela só quer brincar de carrinho, pegue um brinquedo de animal e peça carona, depois reclame que o cachorro está com fome proteste e insista, com o tempo a criança vai parar e brincar de alimentar o cachorro. Aumente a brincadeira e encontre alguns amigos para o lanche, como o elefante, leão, e outros, alargando o horizonte e os interesses da criança. Se for muito sobrecarregado para a criança este passo, volte um pouco para traz.

Evite questionamentos e direcionamentos. Muita estrutura e perguntas nesta hora podem inibir tanto a iniciativa da criança como o processo dela solucionar problemas. Quando a criança estiver se sentindo confortável com a brincadeira recíproca, você poderá direcionar a brincadeira para conceitos e seqüências que deseja trabalhar. Exemplo: Ela só brinca de carrinho e sempre os coloca na mesma ordem. Introduzindo o cachorro e novos problemas, a criança começará a dar atenção a outros brinquedos.

Brinque e interaja. Pretenda ser um dos brinquedos e explore isso. Exemplo: Ao invés de dizer "venha e me ajude a construir um forte", seja um personagem que está pedindo ajuda. Converse com os brinquedos. Quando a criança estiver acostumada com este tipo de brincadeira tente mudar sua estrutura. Exemplo: Se ele só quer brincar com o carro azul, peça para deixar que você brinque uma vez com o carro azul.

Se a atenção da criança for mínima, não puxe a brincadeira por muito tempo. O importante é ela aprender como é gostoso brincar com outras pessoas.
Não se preocupe se está fazendo certo ou errado. Se divirta com o processo. O único erro é não brincar ou não tentar interagir com a criança.

Fonte: Autism Asperger´s Digest Magazine

Glenn Gould - Pianista e Autista


Gould nasceu com o nome de Glenn Gold, em Toronto, Ontario, no dia 25 de setembros de 1932. Sua familia mudou seu nome para Gould logo após o nascimento buscando protejê-lo contra a onda de anti-semitismo.

Depois de aprender piano com sua mãe, cujo avô era um sobrinho de Edward Grieg, Gould matriculou-se no Royal Conservatory of Music em Toronto, quando tinha apenas 10 anos. Ali, estudou piano com Alberto Guerrero, órgão com Frederick C. Silvester, e teoria musical com Leo Smith.

Há uma teoria segundo a qual Glenn Gould sofria desde a infância de uma forma menor de autismo, a síndrome de Asperger. Ausência de empatia, desinteresse pelas relações humanas, algumas obsessões (como a hipocondria) fazem parte dessa síndrome.

Em 1945, fez sua primeira apresentação pública, tocando órgão, e no ano seguinte a sua primeira aparição com uma orquestra (a Toronto Symphony Orchestra).

Em 1957, em plena era da Guerra Fria, Gould promoveu uma turnê pela União Soviética. Ele foi o primeiro cidadão do continente norte-americano a tocar ali depois da II Guerra Mundial.

No dia 10 de abril de 1964, Gould tocou em sua última apresentação pública, em Los Angeles, Califórnia, e pelo resto de sua vida se concentrou em outros interesses, como as gravações, escritas, transmissão de rádio e televisão, documentários e composição (ainda que tenha, de fato, produzido poucas composições).

Gould morreu em 1982, em Toronto, depois de sofrer um derrame e seu corpo foi sepultado no cemitério Mount Pleasant, em Toronto.

Gould é amplamente considerado um gênio na interpretação de obras de Bach possuindo uma legião de fans que o admiram por sua técnica e suas excentricidades.

Veja alguns vídeos na barra de vídeos no início da página.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Glenn_Gould

Assistência Social passa a ter sistema único, como a saúde.

Plenário do Senado enviou à sanção presidencial projeto que cria o Sistema Único de Assistência Social- SUAS. De acordo com o projeto (PLC 189/10 - antigo PL 3077/08), o país passará a contar com prestação de assistência social descentralizada e gestão compartilhada entre governo federal, estados e municípios. Participarão ainda os respectivos conselhos de Assistência Social e as entidades e organizações sociais públicas e privadas.

Saiba mais em www.terceirosetor.org.br

terça-feira, 7 de junho de 2011

Escolas terão verba para acessibilidade

Mais de 12 mil unidades de ensino receberão os recursos.

Escolas públicas de 3.433 municípios receberão R$ 100 milhões para realizar adequações arquitetônicas nas sedes e investir em outras melhorias para favorecer a igualdade de condições de acesso e aprendizagem aos alunos com deficiência. O repasse de recursos pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) às unidades de ensino foi normatizado pela Resolução nº 27, de 2 de junho de 2011, publicada no Diário Oficial da União da última sexta-feira,3 de junho.

Fonte: http://www.secom.gov.br/sobre-a-secom/nucleo-de-comunicacao-publica/copy_of_em-questao-1/em-questao-do-dia/escolas-terao-r-100-milhoes-para-acessibilidade

Talento Musical de um Autista



Leonardo Batista Rocha, 19 anos, morador da cidade de Valinhos-SP, teve o diagnóstico de Autismo ainda criança, os pais dizem que ficaram totalmente desorientados.

Leo, como gosta de ser chamado, foi convidado para abrir o congresso da Associação
Brasileira de Neurologia e Psiquiatria na Infância e Adolescência,marcado para o
campus Paraíso da Unip, em São Paulo, entre os dias 22 e 25.

Os pais vivem um momento de muita alegria, e relembram da dificuldade em conseguir arcar com o tratamento adequado. Somente aos 10 anos de idade que Leo foi matriculado
na Associação para o Desenvolvimento de Autistas de Campinas (a Adacamp),em Campinas.

Hoje, Leo. conclui o ensino médio e participa de cusros profissionalizantes no SENAC. Além de fazer parte da badalada Orquestra de Viola de Valinhos, mantida pela
Prefeitura.

Leo, um exemplo de superação!!!

Texto baseado na reportagem do jornal Correio Popular, de Campinas, 4 de junho de 2011.

veja vídeo no link: www.rac.com.br/multimidia/videos/86027/2011/06/04/autista-chama-atencao-pelo-talento.html


sábado, 4 de junho de 2011

A Importância dos cães para as Crianças do Expectro Autista



É desde há muito conhecida a importância da presença de cães, e de outros animais, na rotina de crianças com problemas de comunicação, ajudando as famílias a ultrapassar algumas dificuldades do seu dia-a-dia.

Um estudo recente da Universidade de Lincoln, Inglaterra, veio mais uma vez confirmar esse fato, mas agora baseado em estudos levados a cabo por investigadores desta instituição. As conclusões deste estudo, que teve por base famílias com crianças autistas, foram apresentadas no decorrer de uma conferência da Royal Society of Medicine.

Logo à partida, a presença de um cão, independentemente da raça ou do tamanho, reduz os níveis de stress do agregado familiar e melhora o nível relacional entre todos os membros mas, mais importante que isso, ajuda as crianças a ultrapassar algumas dificuldades.

O estudo confirmou que existem melhorias evidentes na alimentação, no sono e no comportamento interpessoal das crianças envolvidas neste trabalho, mas também se notaram melhorias significativas na linguagem e nas rotinas diárias das crianças que sofrem destas problemáticas e que têm um cão.

Para chegar a estes resultados, foram estudadas quarenta famílias com crianças autistas. Em vinte delas, existe um cão em casa, nas outras não e as diferenças são muito evidentes em termos de benefícios para as famílias que possuem um ou mais cães em casa.

Uma dessas famílias só teve cão na altura em que começou o estudo, quatro meses antes de serem apresentados os primeiros resultados, e o filho, que até aí se mostrava ausente de tudo o que o rodeava, alterou completamente o seu comportamento. Agora comunica com a família em aspectos relacionados com a rotina diária do seu cão, Boogie, trata da alimentação do animal, penteia-o, vai com ele passear, e os pais notam melhorias significativas até em termos motores. O pai acredita que o fato de o cão fazer algumas coisas que o filho não conseguia fazer, pode tê-lo ajudado a tentar superar-se a partir da observação, talvez por a criança acreditar que, se o seu cão faz, ele também terá de fazer. As melhorias notam-se em coisas muito simples, mas importantes, como cuidar mais da sua higiene pessoal por sua própria vontade, sem serem os país a ter de insistir e acompanhar. Até em termos de linguagem a criança se tem superado, para contentamento óbvio dos pais, que acham que a chegada de Boggie a casa foi, de fato, o melhor que lhes poderia ter acontecido.

Desde o início do estudo, 1300 famílias que tiveram conhecimento dos trabalhos de investigação desta equipe contataram já os seus responsáveis, para saber o que podem fazer e como, tendo por base os resultados que têm sido obtidos.

O autismo não é uma problemática que se manifeste de forma igual em todas as pessoas. Existem diferentes síndromes, correspondentes a vários níveis de disfunção e mesmo dentro destas as manifestações podem ser muito diferentes, mas em todos os casos os benefícios do convívio com um animal são muito evidentes.

A equipe, que se depara com graves problemas financeiros para levar adiante os seus estudos, espera que essa situação se inverta e que seja possível ajudar muito mais famílias a melhorar a sua qualidade de vida. O objetivo é, principalmente, contribuir para que muitas crianças possam vir a ter uma vida mais independente, já que a receptividade a este tipo de intervenção tem sido encorajada e reconhecida por muitas famílias e profissionais que trabalham nesta área.

Texto retirado do site http://bicharada.net

Inclusão Já

Repasso a referência do novo site , Inclusão Já!
Tem videos sobre o AEE - atendimento educacional especializado, artigos, revistas , notas de apoio à educação inclusiva, manifesto CUMPRA-SE, legislação e muito mais.

http://inclusaoja.com.br

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Personagem Autista em Seriado

A segunda temporada de Parenthood começou nesta terça (31), às 22h, no canal de TV a cabo Liv. A série gira em torno da família Braverman (ou "homem corajoso", na tradução livre), e principalmente dos quatro irmãos Sarah (Lauren Graham, de Gilmore girls), Adam (Peter Krause, de A sete palmos), Crosby (Dax Sheppard) e Julia (Erika Christensen). Sarah cuida dos dois filhos e finalmente consegue arranjar um emprego com o irmão Adam. Este é o mais centrado, mas dentro de casa está às voltas com o filho autista e os problemas de uma filha adolescente.( Fonte: Revista Época, link abaixo)

Para saber mais acesse
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI237237-15220,00.html

Audiência Solene em Prol dos Autistas no Senado Federal

Temos a honra de convidá-los para uma Sessão Solene no plenário do Senado Federal, com a participação de todos os envolvidos na causa maior, o AUTISTA, para juntos celebrarmos as conquistas e avanços no que diz respeito à políticas públicas para as pessoas com esta síndrome.
A presença dos senadores, vem reforçar a confiança que depositamos nessa casa, o respeito ao trabalho de parlamentares bem como a certeza de que não estamos sós.
Dois milhões de brasileiros aproximandamente sofrem de autismo. Um número expressivo para que qualquer medida seja urgentemente tomada.
No dia 27 de junho de 2011, às 11 horas nós estaremos no plenário esperando encontrar todos os senadores simpáticos à causa do autista, os que estiverem dispostos a seguirem conosco esse caminho que temos certeza será de vitórias.
Durante essa Sessão Solene esperamos sim já comemorar a aprovação do projeto de lei 168/11 que visa a Política Nacional de Proteção a Pessoa com Transtorno do Espectro Autista. É um direito, que esperamos já com o coração apertado.
Sabemos que muitos de nossos autistas talvez não alcancem essa lei, que talvez fiquem pelo caminho tal é a gravidade da situação de muitos.
Dentro desse espírito e também do espírito de gratidão pelo muito que já fizeram em prol dessa causa, fica o convite fraterno de famílias de pessoas com autismo e seus representantes.

Att,

Ana Ruiz
Militante do MPA

Portal Domínio Popular


O Governo Federal criou, em 2004, uma Biblioteca Digital, onde se encontram inumeras publicações de livros, músicas, filmes, gravuras...

O acesso é gratuito. Aproveitem!!!

http://www.dominiopublico.gov.br/

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Direitos das Pessoas com Autismo



Em 01 de abril, foi lançada pela Defensoria Pública do Estado de São Paulo a cartilha sobre Direitos das Pessoas com Autismo.


A cartilha coloca atravéz de perguntas e respostas inumeros aspectos ligados ao diagnóstico, encaminhamentos e direitos ligados ao Autismo.


A cartilha está sendo distribuida pela Defensoria Publica e pode ser consultada através do link:



O que é Musicoterapia?

Segundo a Federeção Mundial de Musicoterapia (1996):


Musicoterpia é a utilização da música e/ou seus elementos musicais (som, ritmo, melodia e harmonia) pelo musicoterapeuta e cliente ou grupo, em um processo estruturado para facilitar e promover a comunicação, o relacionamento, a aprendizagem, a mobilização, a expressão e a organização (física, emocional, mental, social e cognitiva) para desenvolver potenciais e desenvolver ou recuperar funções do indivíduo de forma que ele possa alcançar melhor integração intra e interpessoal e consequentemente uma melhor qualidade de vida.