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terça-feira, 11 de outubro de 2011

Cantora americana Toni Braxton fala sobre seu filho autista


Toni e Diezel na Associação Americana de Autismo (Imagem: Bossip)


Não foi fácil para Toni voltar a acreditar em suas possibilidades após quatro anos marcados por diferentes problemas de saúde. A cantora sofre de uma doença nos vasos sanguíneos conhecida como angina microvascular e, além disso, foi diagnosticada com uma pericardite.

Como se já não fosse suficiente, a cantora descobriu ainda que seu filho mais velho tem autismo, o que a levou a considerar abandonar sua carreira musical para sempre.

No entanto, a intérprete, que conquistou fama mundial nos anos 90 com canções como “Unbreak my heart” e “Breath again”, explica que foi um encontro ao acaso no hospital que trouxe esperanças a ela novamente.

“Enquanto estava internada, conheci uma mulher de 60 anos que tinha sofrido quatro infartos e que me contou que acabava de voltar de férias com seu namorado de 40 anos. Me disse que esta doença não podia me deter, que não podia ganhar a batalha, que eu ainda era muito jovem”, lembra a cantora.

A partir daí, Toni começou a trabalhar na criação das 12 faixas de “Pulse”, um disco com o qual a cantora voltou ao R&B de suas origens e cujo primeiro single, “Yesterday”, foi lançado.

Renovada

Totalmente renovada e com mais forças que nunca, Toni apenas entristece o olhar quando lembra seu velho amigo Michael Jackson, de quem diz sentir muitas saudades, tanto pessoalmente quanto musicalmente.

“Era muito carinhoso e muito próximo. Sinto saudades. Sua música está aí, mas me dá pena por não podermos mais seguir desfrutando dele”, afirma a cantora, séria.

Toni conheceu o rei do pop durante um evento beneficente, já que desde que sua doença foi diagnosticada, a cantora trabalha como porta-voz da Associação Americana do Coração.

Além disso, também apoia a Associação Americana de Autismo, um trabalho com o qual a cantora pretende ensinar como lidar com a doença.

Embora Toni tenha vendido mais de 40 milhões de discos durante sua carreira, ela teve seu nome associado a problemas financeiros, que a levaram a romper com seus empresários em 2007. O CD mais recente é “Pulse” e foi lançado no ano passado (Fonte: G1).

Segundo o site Black Celebrity kids, Toni diz que seu filho autista, Diezel, estava se desenvolvendo de uma forma diferente em relação ao seu irmão, Denim.
No mesmo dia em que seu filho foi diagnosticado como autista, Toni faria um show em Las Vegas. Em lágrimas, ela disse à plateia o que tinha acontecido. “Você tende a culpar a si mesmo. Perguntei a mim mesma se tinha feito algo errado. Muitas vezes os pais negam porque eles querem pensar que seu filho é perfeito” (Nota do blog).


Fonte: http://www.deficienteciente.com.br/2011/09/cantora-americana-toni-braxton-fala-sobre-seu-filho-autista.html

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Psiquiatra de Yale vai lançar enciclopédia sobre autismo

O psiquiatra Fred Volkmar, 61, professor da Universidade Yale (EUA), está trabalhando em uma enciclopédia, que será lançada no ano que vem, sobre todos os transtornos que se encaixam na nomenclatura do autismo.

Hormônio cerebral é testado para tratar pessoa com autismo

O americano falou à Folha sobre novas pesquisas que abordam a criação de testes físicos que detectem o autismo em bebês. Volkmar participou também da gravação de um documentário da ONG Autismo e Realidade.

Folha - Por que o autismo precisa de uma enciclopédia?
Fred Volkmar - Tem muita pesquisa sobre autismo saindo todos os dias, é difícil para os pais acompanharem tudo isso. Esse trabalho vai ser referência e vai estar na internet. Isso é importante por causa da explosão do autismo no Google: são mais de 17 milhões de páginas. Os pais ficam muito confusos.

Hoje, o rastreamento de autismo é feito por meio de questionários aplicados aos pais das crianças. Isso não é ruim, mas começa aos 18 meses. As perguntas são coisas muito básicas, do tipo, se o bebê não responde ao próprio nome. Queremos fazer o diagnóstico muito mais cedo para intervir mais cedo.

Enquanto não há teste genético, vai dar para fazer exame físico para autismo?
Há muitas causas para perda de audição, mas ninguém faz teste genético para isso. Você faz um teste de audição. Há a possibilidade de fazer testes de autismo com o mesmo princípio de um teste auditivo, que tenham a ver com fisiologia. Temos dados que mostram que autistas não veem rostos da mesma maneira como as outras pessoas. Esse tipo de coisa pode dar origem a um teste de rastreamento para autismo.

Pode se falar em buscar uma cura para o autismo?
Se falamos sobre ter uma vida independente, sim. O que queremos é que a criança funcione na sociedade. Todo mundo conhece gente excêntrica, há um espectro grande do que se considera normal. Se conseguirmos que a pessoa se encaixe entre o que é considerado normal, estamos satisfeitos. É assim que eu imagino a cura.


Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/984804-psiquiatra-de-yale-vai-lancar-enciclopedia-sobre-autismo.shtml

"El rey león" llega a Broadway adaptado para un público con autismo

Nueva York, 30 sep (EFE).- El popular musical "El rey león", que lleva en la cartelera de Broadway desde hace catorce años, celebrará este domingo una función adaptada especialmente para personas con autismo, tras un acuerdo de los productores y una organización que trabaja para hacer más accesible el teatro.

"Las adaptaciones son de índole técnica, en siete momentos de la obra, cuando el sonido es demasiado estridente o las luces parpadean y pueden inducir ataques de epilepsia", explicó a Efe Lisa Carling, responsable de programas de accesibilidad para "Theater Development Fund", el colectivo sin ánimo de lucro detrás de la iniciativa.

Carling dijo que la idea de adaptar el musical, que protagonizará el mismo elenco que actúa cada día en el Minskoff Theatre, no sólo pasa por modificar los momentos que puedan resultar molestos para personas con autismo, sino que tanto ellos como sus familias puedan disfrutar de la obra en un ambiente en el que se sientan cómodos.

El proyecto surgió hace tres años, a partir del contacto con algunos profesores de educación especial de escuelas de Nueva York, que coincidían en resaltar la necesidad de hacer "más accesible" el teatro a determinados sectores de la población, explicó la portavoz de la organización.

"Primero pensamos en reservar un conjunto de asientos en una de las representaciones", indicó Carling, quien añadió que más tarde cayeron en la cuenta de que no sería suficiente. "Queríamos que los espectadores con autismo y sus familias estuvieran en una situación en la que no se les juzgue", añadió.

Carling remarcó que se trata de una iniciativa pionera cuyos resultados desconocen, y reconoció no estar segura de que organizar representaciones específicas sea la mejor solución. "En principio creo que sí, pero incluir a todo el mundo es muy importante y la gente con discapacidad cada vez está más integrada", añadió.

Las entradas para esta versión adaptada de "El rey león" se pusieron a la venta el pasado mayo y se agotaron en dos meses, y ahora hay una lista de espera con más de 1.000 personas que se han quedado sin asiento, según la responsable, por lo que no descartan organizar al menos una segunda representación.

"Theater Development Fund" ya ha organizado en diversas ocasiones versiones teatrales con descripciones en audio y con intérpretes en lengua de signos, para personas con dificultades de visión y auditivas respectivamente, algo que planean seguir haciendo.

Fonte: http://www.google.com/hostednews/epa/article/ALeqM5i9s10KaPJaUPuWjpO5bE8VdfnO_g?docId=1619961